Diário de uma virgem em Arrested Development

Tudo bem, eu não sou virgem em Arrested Development. Não completamente. Talvez tenha experimentado uma ou outra cena, antes. Mas assistir com vontade, direitinho, desde o começo, eu juro que nunca fiz.

E hoje eu comecei. Havia chegado no ponto do meu TCC em que isso era inevitável. Esse negócio de assistir a séries antigas que são novas pra você. De um jeito ou de outro, o preconceito é inevitável. Você já escutou muita coisa sobre isso, já segue em frente com a idéia que te fizeram ter daquilo, não a sua idéia.

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Não sei porque, mas eu tinha a impressão de que Arrested seria uma série daquelas geniais chatérrimas. Sabe aquelas coisas que você sabe que é fantástico, reconhece a destreza do roteirista, a capacidade ilimitada do diretor, mas não consegue assistir ao capítulo dois? Pois é.

Hoje à tarde eu assisti a oito capítulos, sem parar. Estou me viciando na família Bluth, quase com a mesma intensidade com que eu me viciei em Michael Scott há três meses.

Eu amo meu TCC.

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