Glee 1 a 10

Glee chegou ao episódio número 10 como um refresco na programação norte-americana. A série sobre um grupo de alunos de colégio fracassados que encontram na música e no teatro alguma motivação na vida é um sopro de ar fresco na grade sem novidades relevantes desde, pelo menos, 2004, ano da chegada de House, Grey’s Anatomy, Lost e Desperate Housewives.

Eu sei que muita gente não gostou da série. Mas eu vou continuar defendendo Glee até o fim por um simples motivo: ela não é plana, como algumas outras dezenas de comédias.

Pode ser interpretada como uma diversão desinteressada pelos mais desatentos. E são estes que apontam defeitos no roteiro da série. Aqueles que reparam em questões um pouco mais profundas na hora de avaliar um programa, no entanto, já perceberam que a segunda camada é mais interessante.

Repare nas piadas feitas com a cadeira de rodas de Artie ou com a homossexualidade de Kurt. Irônica, repleta de altos e baixos emocionais, com ritmo bacana, Glee não gosta do moralmente aceito, não flerta com o politicamente correto, não segue a corrente. E estas são as qualidades perfeitas para que eu preste atenção em uma série de TV.

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